depois que leu aqueles versos versando sobre girassóis, amor, alegria e gratidão,
ela ainda se conteve por incontáveis 27 segundos
depois disso, já não era mais possível
e com o buquê de girassóis desajeitadamente ajeitado nos ombros
deixou que o amor, a alegria e a gratidão tomassem forma
de uma incontida enxurrada de lágrimas
que rolaram ainda por um bom tempo,
entre comentários sobre carência e coração, afogados num abraço,
que desafogava
apesar de atentos e sem espinhos
os girassóis, coitados, nada entenderam
abraço que desafogava.
ResponderExcluirô coisa mais linda.
Oi Fred,
ResponderExcluirfiquei pensando em que dizer sobre o blog... Ele se parece muito com você:um misto de sensibilidade, inteligência e beleza. Adorei!!!! Sempre que puder passo por aqui para desanuviar as idéias.
beijos
Os girassóis não precisam entender muita coisa... Nós é que deveríamos ser mais atentos e sem espinhos... Como eles!
ResponderExcluirParabéns!
Abs
se a gente escreve parecido eu só sei de uma coisa: posso me orgulhar de mim mesma!
ResponderExcluirtadinhos dos girassóis, senhor Fred. fiquei com pena deles também...
ResponderExcluirmas não é que esse amor tomando forma não é um delícia de ver e/ou sentir? teus versos mostraram isso, e achei bem bom!
abração,
ziggy
PS: eu te vi, e imaginei que tu não me reconheceu, e fiquei sem graça de cumprimentar. ahuahuahuahu! que jeca! abraço!