"Brasil, meu Brasil brasileiro
meu mulato isoneiro
quero cantar-te nos meus versos"
Assim cantarolava a faxineira, às 9h12 da manhã
Depois de pegar dois ônibus e um metrô, cheios de gente
E atravessar o Centro andando, para pegar pesado e ganhar salário mínimo no fim do mês
aplausos para ela!
ResponderExcluirNão sei se concordo com o nosso amigo FDP aí em cima ou se peço vaias pra gente...
ResponderExcluirA que trabalha lá em casa atravessa Vespasiano com os dente tudo dilorido, sua pra comprar teia de milhante pra rebuçá o barraco e ajudar o marido ajudante de pedreiro. Mesmo assim arruma casa com rádio no talo e assume a culpa quando a menina de 7 anos quebra o vidro de perfume. "Tadinha, ela é pequena, gosto que cês xinga ela não", ela me disse, juro que com um jeito de quem trocava a bronca que a menina ia receber por um desconto no salário dela.
ResponderExcluirderreal só de passagem.
ResponderExcluirNão precisa nem comentar a revolta. Eu não me conformo com a eterna política do pão e circo. Os palhaços agora são mais bem pagos. Técnicos e jogadores.
ResponderExcluirMas a platéia (nós)continua boba. Uma pena.
Adorei o post.
Beijos!
Eh, a realidade, a bem da verdade, é bem diferente do que cantam essas músicas deveras ufanistas. Meu abraço, Fred!
ResponderExcluireu tava sumido né? hahaha
ResponderExcluirmas estou voltando!! :}
volta a postar =)
ResponderExcluirNossa! ... sempre fico contente quando encontro blogs como este!
ResponderExcluirParabéns pelo visual e pelo clima maravilhoso! Voltarei!
Beijos
Ei, Fred!!! É óbvio que suas escolhas (teatro e jornalismo) que conheço e seu olhar já apontam para uma alma poética. Mas constatar aqui é ainda melhor! Amei seus textos! Também vou linkar seu blog ao meu. Beijos, Luisana Gontijo.
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