a festa é daquele homem em frangalhos
no canteiro central,
bermuda surrada, descalço, barba espessa e só
dignidade, trabalho, família e roupas
para quê?
a água que sai do cano estourado
forte, inundando a avenida
forte, inundando a avenida
enchendo o asfalto de poças cortadas pelos carros
é a felicidade
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